10 fatos sobre o flúor que você precisa saber

  1. A maioria dos países desenvolvidos não adiciona flúor na água

Existe mais consumo de Flúor nos Estados Unidos sozinho do que no resto do planeta inteiro. Na Europa Ocidental, 97% da população bebe água não-fluorada.

  1. Países com água fluorada não apresentam menores taxas de problemas dentais em relação a países com água não-fluorada.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), não há diferença discernível nos índices de problemas dentais entre países desenvolvidos que adicionam Flúor à água e os que não têm a mesma prática. O declínio dos problemas dentais que tem tomado lugar nos Estados Unidos –durante os últimos 60 anos –frequentemente atribuído ao Flúor, também ocorreu em todos os países desenvolvidos (maioria dos quais não adiciona Flúor à água).

  1. O Flúor afeta mais tecidos do corpo, além dos dentes

Muitas pessoas assumem que o consumo de Flúor afeta apenas a saúde dental. Mas de acordo com uma pesquisa científica, o Flúor é um fator estressante para o sistema endócrino, que pode afetar os ossos, cérebro, tireoide, glândula pineal e até mesmo os níveis de açúcar no sangue.

Existem mais de 34 estudos humanos e 100 animais que ligam o Flúor a danos no cérebro, incluindo redução do QI em crianças, além disso, mostraram que o a toxicidade do mineral pode levar a vários problemas de saúde, incluindo:

  • Aumento da absorção de chumbo;
  • Interrupção da síntese de colágeno;
  • Hiperatividade e/ou letargia;
  • Desordens musculares;
  • Doença da tireoide;
  • Artrite;
  • Demência;
  • Fraturas nos ossos;
  • Redução da função da tireoide;
  • Câncer nos ossos;
  • Inativação de 62 enzimas e inibição de mais de 100;
  • Inibição da formação de anticorpos;
  • Dano genético e morte celular;
  • Aumento da taxa de tumor e câncer;
  • Desordem do sistema imune;
  • Danos ao esperma e aumento da infertilidade.

  1. A adição de Flúor à água não é um processo “natural”

O Flúor ocorre naturalmente em algumas áreas, levando a níveis elevados”naturalmente” em certos abastecimentos de água. Os defensores da fluoretação costumam usar isso para suportar o argumento a respeito de sua segurança, no entanto, as substâncias que ocorrem naturalmente não são automaticamente seguras (lembre-se do arsênico). Além disso, o Flúor adicionado à maioria dos suprimentos de água não é sua variedade natural, mas sim ácido fluossilícico, que é capturado em dispositivos de controle da poluição do ar da indústria de fertilizantes de fosfato.
 

  1. 40% dos jovens americanos demonstram sinais visíveis de superexposição ao Flúor

Cerca de 40% dos adolescentes americanos possuem fluorose dental, uma condição que se refere à mudanças na aparência no esmalte dos dentes, causada por ingestão a longo termo de Flúor durante o período de formação dos dentes. Em algumas áreas, as taxas de fluorose chegam a 80%, sendo que algumas crianças sofrem de formas mais avançadas da doença.Isso provavelmente é um indicador de que as crianças estão recebendo altas quantidades de Flúor de diversas fontes, incluindo não somente a água, como também a pasta de dentes, comidas/bebidas processadas, pesticidas, chá, panelas e até mesmo de algumas drogas.É importante salientar que a fluorose dental não atinge apenas a aparência dos dentes. Ela também pode ser um indicador de que o resto do corpo –ossos e órgãos internos, incluindo o cérebro –estão sofrendo uma superexposição ao Flúor. Em outras palavras, se você pode perceber os efeitos externos do Flúor no seu corpo, é quase garantido que outras partes do seu corpo estão sendo danificadas.
 

  1. Para crianças, a água fluorada representa mais malefícios que benefícios

Crianças que consomem fórmulas feitas com água fluoradas chegam a consumir até 1.2microgramas de Flúor, cerca de 100 vezes mais do que é recomendado. Isso não garante nenhum benefício aos dentes, mas provocam muitos efeitos conhecidamente negativos.Bebês que consomem água fluorada em sua fórmula, não apenas são mais propensos a desenvolver fluoroses dentais, como também pode sofrer declínios no QI. Uma meta-análise feita pela Universidade de Harvard, patrocinada pelo Instituo Nacional de Saúde (NIH) concluiu que crianças que vivem em áreas que recebem suprimentos de água ricos em Flúor possuem QI “significativamente menor” que as que vivem em áreas com água pouco fluoretada. Muitos pesquisadores proeminentes aconselham os responsáveis a não adicionar água fluoretada às fórmulas de seus bebês.
 

  1. Suplementos fluorídicos nunca foram aprovados pela FDA

Os suplementos fluorídicos que, às vezes, são prescritos àqueles que não bebem água fluorada não foram aprovados pela Food and Drug Administration –agência americana responsável pela segurança alimentar –para prevenção de doenças dos dentes. Na verdade, os suplementos fluorídicos que a FDA revisou, foram rejeitados.
 

  1. O Flúor é o único “remédio” adicionado à água pública

O Flúor é adicionado à água potável para prevenir a cárie dentária e, pela definição da FDA, é um medicamento. Enquanto os defensores dessa adição afirmam que isso não é diferente de adicionar vitamina D ao leite, o Flúor não é um nutriente essencial. Muitas nações européias o rejeitaram pela própria razão de que a entrega de medicamentos através do abastecimento de água seria inadequada, pois é uma forma de medicação em massa que nega o direito ao consentimento informado.
 

  1. A ingestão de Flúor garante poucos benefícios aos dentes

Atualmente, é amplamente reconhecido que o único benefício justificável do Flúor deriva do contato tópico com os dentes. Dessa forma, adicioná-lo à água e à pílulas –que são engolidas –oferece poucos ou nenhum benefício aos dentes.
 

  1. Comunidades pobres são as mais atingidas pelo consumo de Flúor

A toxicidade exacerbada derivada do consumo de Flúor ocorre mais frequentemente em áreas carentes. Isso inclui:

  • Deficiências nutritivas;
  • Consumo de fórmula infantil;
  • Doenças renais;

 
Crianças afro-americanas e mexicanas possuem índices significativamente mais altos de fluoroses dentais, e muitas comunidades carentes apresentam severas enfermidades bucais, mesmo que recebam suprimentos de água fluorada por décadas a fio.

O fato é que populações carentes necessitam de cuidados dentários, e não de químicos fluorados em sua água. Os milhões gastos a cada ano na promoção da fluoração seriam melhor investidos em políticas que visam prover tratamento dentário real, como, por exemplo, permitindo que dentistas forneçam cuidados orais acessíveis à populações que não têm esse tipo de atendimento ao seu alcance.

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