REIKI
COMO CAMINHO
Falar sobre o Reiki é como falar do sagrado, na verdade
é falar sobre o sagrado, porque ele trabalha com as dimensões
mais sutis do ser humano, com aquilo que não é visto
a olhos nus e propicia, o que aos olhos das pessoas comuns, pode
ser chamado de um verdadeiro milagre.
Essa é uma das coisas que me fascina no Reiki, uma vez
que sou psicóloga por formação, psicoterapeuta
junguiana por especialização e mestranda em psicologia
da saúde, ou seja, sempre direcionei meus estudos com vistas
a compreender o que leva o ser humano ao desequilíbrio
físico e emocional, com uma preocupação constante
em auxiliar as pessoas a encontrar seu equilíbrio.
Acontece que, diante das queixas de meus pacientes, sentia faltar
alguma coisa mais do que a cura física, psíquica
e mental me perguntando o que seria. Há 6 anos ampliei
minhas buscas na tentativa de incluir em meu trabalho também
o equilíbrio espiritual e essas buscas me fizeram uma sacerdotisa
wicca e posteriormente uma Máster Reiki.
Graças a tudo isso aliado às minhas experiências
pessoais e clínicas, posso hoje afirmar a importância
de se trabalhar o ser humano em sua totalidade holística,
ou seja, físico, mental, emocional e espiritual.
Muito bem, e como trabalhar todos esses aspectos sem incorrer
em falta ética com a medicina e as religiões?
A resposta para essa questão é o Reiki, porque ele
consiste numa técnica que não conflita com a medicina
nem com qualquer religião. É uma técnica
oriental que consiste na captação e transmissão
da energia vital universal pelas mãos sobre o corpo humano
para re-equilibrar as energias internas e desmagnetizar todos
os obstáculos (físicos, mentais, emocionais e espirituais),
deixando o complexo corpo-mente livre para que se cure e se harmoniza
totalmente, seguindo os padrão original, sadio e perfeito,
com que foi criado.
Todos sabemos que o corpo vivo, do ser humano ou de um animal,
irradia calor, mas junto com este calor ele também emite
uma energia especial que traz, em si, o princípio de vida.
Baseadas nesta premissa existem várias denominações
para o ato de impor as mãos e transmitir esta energia:
Cura Mana, para os Hunas da Polinésia; Orenda, para os
índios americanos iroquês; Prana, para os indianos
e Ch'i, para os chineses.
A diferença entre estes trabalhos e o Reiki, reside no
fato de que a pessoa que está sintonizada como agente de
cura Reiki, tem os canais de energia do seu corpo abertos e livres
do bloqueio pela iniciação que recebeu em Reiki.
Com isso ela não só recebe um aumento de energia
vital para sua própria cura, como também se liga
à fonte de toda a energia universal. Durante o treinamento
o aluno passa por iniciações e por um conjunto de
instruções, conhecimentos, sinais e toques energéticos
que d!ao a ele as condições necessárias e
imprescindíveis para prosseguir seu caminho na senda da
evolução e para auxiliar outras pessoas neste mesmo
caminho.
Outra coisa que muito se afina comigo, nesta técnica, é
a necessidade do agente de cura, usar de um recurso fantástico:
O Amor Universal. Esse fator é imprescindível no
tratamento da pessoa que busca auxilio e o terapeuta tem que estar
bem conectado com as energias cósmicas para deixar fluir
livremente esse amor.
É muito bom, ainda, ter condições para formar
novos agentes de cura e prepara-los para se conectar com o Amor
Universal e distribuí-lo, porque assim se forma uma grande
constelação de pessoas "estrelas" que
propagam amor ajudando a construir um mundo melhor e mais humano.
Vera
Lucia Salles